Arquivo da Categoria ‘Motivação & Sucesso’

Não foi bem assim que eu falei

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Por: Jairo César Pereira

Você já notou quando somos mal interpretados e a situação fica crítica, disparamos essa famosa frase “não foi bem assim que eu falei”. É muito comum nos concentrarmos em atividades rotineiras, tecnologias, manter-se atualizados, cuidarmos da própria aparência e tantas outras coisas que nos desafiam todos os dias, e esquecemos de um detalhe que faz toda a diferença, a comunicação.

Muitas vezes pensamos que as pessoas adivinham nossos pensamentos. Acreditamos que em um simples olhar a outra pessoa já entendeu, e também se falarmos meia dúzia de palavras já fomos entendidos e tudo vai dar certo. E com isso surge outro problema, o retorno que temos desta ação. E na maioria das vezes não é muito agradável.

Pensamos de um jeito, chegamos até a visualizar o que queremos, mas na hora de pedir, explicar o que desejamos não conseguimos por pra fora com a mesma perfeição que imaginamos. Por que será que isso ocorre? Por que será que é tão difícil expormos nossas idéias? A explicação é muito simples, falta de paciência. E essa falta não acontece de uma hora para outra, mas vem acumulando-se com o passar do tempo e por causa da rotina diária, dos desafios constantes, pressão, cobranças de todos os lados, escolhas que fazemos diariamente e cada vez em um tempo menor, nos torna seres humanos impacientes com o próximo, e diria até consigo mesmo.

A falta de paciência nos proporciona muitas falhas, principalmente em nossa comunicação. Com isso, não adianta chorar o leite derramado, o tempo gasto, o desperdício de tempo ou material, ou quem sabe a perda de uma amizade, e por ai vai. Comunicar-se bem é algo que vamos conseguir refletindo sobre isso e acima de tudo praticando. Observar o nosso jeito, o nosso pensamento, nossas idéias, nossas falas, refletirá nossa imagem nos olhos dos outros, e como será essa imagem? De dúvida ou de entendimento? Decida você, ou melhor, explica você…

O silêncio que faz barulho…

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Por Jairo César Pereira

Com o passar do tempo aprendemos muitas coisas. Corremos para estar sempre atualizados. Fazemos um curso de idiomas, informática, curso disso, daquilo e por ai vai. Aprendemos também que o tempo pode ser nosso amigo ou inimigo. Não podemos negar que os amigos são constituídos com muita dificuldade e amá-los é muito mais fácil do que entendê-los. E querer inverter esta ordem pode não dar muito certo.

Temos ao longo do tempo grandes oportunidades, seja profissionalmente ou na própria vida pessoal. Oportunidades que nem sempre se repetem. É comum querermos entender o próximo e procurar nele algo parecido com a gente. É aí que mora o problema. Por que as pessoas têm que serem iguais? Por que os defeitos na maioria das vezes se destacam mais que as qualidades alheias? Por que o meu colega de trabalho tem que fazer tudo como eu faço para eu gostar dele? Por que temos o hábito de querer uniformizar a conduta humana e fazer das pessoas aquilo que somos ou acreditamos ser?

O silêncio e o barulho podem parecer dois extremos, e também podem representar a mesma coisa se observarmos que o dois nos representa uma comunicação. A diferença entre um e o outro é no volume que cada um está sendo emitido. Quando uma pessoa fala demais e não é entendida, só fez barulho e não resolveu nada. E, quando uma pessoa fica em silêncio, está querendo nos dizer algo ou simplesmente não dizer. Não precisamos fazer um curso de interpretação de silêncio, e nesse caso devemos usar algo que aprendemos naturalmente ou de alguma outra forma, o bom senso.

O tempo pode ser nosso amigo se soubermos que todo ser humano também tem um tempo, e pode ser nosso inimigo se esquecermos disso. No mundo dos negócios, tempo é dinheiro. Na vida pessoal, tempo é riqueza. Muitas vezes o que precisamos fazer é apenas regular o volume, seja do silêncio ou do barulho.

Você é do bem?

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Por Jairo César Pereira

Sempre ouvi um comentário a respeito das pessoas em relação a ser ou não do bem. Mas confesso que isso sempre me intrigou e me fez questionar o que é realmente ser do bem? Mas que bem é esse? Como ele surge? Onde eu guardo? Como uso? Quais benefícios temos com ele? E assim por diante.

Descobri que é possível fazer o bem sem olhar a quem. Aprendi que fazendo o bem, mesmo recebendo o mau nos faz bem. Identifiquei também que ser do bem é fazer o bem, daí indaguei sobre estes dois verbos “ser” e “fazer”, e cheguei à conclusão que existe uma diferença enorme entre eles. Muitas pessoas fazem o bem com interesse, com outras intenções ou querendo algo em troca. Outras simplesmente fazem o bem porque são do bem, e isso é mágico e raro hoje em dia, porque a sociedade a cada dia que passa fecham os olhos para o mundo a sua volta e enxergam apenas o próprio umbigo.

Você é do bem? Claro que todos vão dizer que sim, que fazem isso e aquilo, mas agora vou mais fundo. Você é do bem? Perguntei novamente. Se você notou a diferença e entendeu a profundidade desta pergunta vai saber que para fazermos o bem ao próximo devemos primeiro fazer a nós mesmo, e isso é ser do bem, buscar coisas boas para nossa vida, realizar sonhos, atingir metas, ultrapassar obstáculos, são coisas que fazem bem para a nossa pessoa, sem contar os sentimentos como a amizade, carinhos, amor que nos fazem seres humanos mais humanos.

Fazendo o bem para si próprio, será impossível não compartilhar isso com outras pessoas a nossa volta, estejam nos nossos círculos ou não. Mas esse bem não deve vir com egoísmo, mas com sinceridade e de modo natural. Gostar de si, do corpo, da mente, do coração, não encontrar defeitos, e sim corrigir a rota das coisas é algo que só nos faz bem. Daí eu pergunto, isso é bom ou ruim? Pra quem?

Aceita um chocolate?

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Por Jairo César Pereira

Constantemente me deparo com as mais diversas situações que exigem decisões rápidas, precisas e corretas. A pressão e cobrança por resultados fazem parte do dia-a-dia de todos nós. Decidir, escolher, concordar, aceitar e por ai vai. Mas uma coisa é certa, muitos não percebem a real diferença nestes dois verbos: concordar e aceitar.

Quando eu concordo com uma coisa, no fundo posso não estar aceitando, seja por minha posição como funcionário de uma empresa, ser minoria de uma opinião, ou qualquer outra coisa.

Quando eu aceito uma coisa, uma decisão, é porque realmente eu acredito nela, confio, absorvi a idéia, e de certa forma vou lutar ou trabalhar firme para que se realize, aconteça, se conclua.

Integridade, caráter, valores e princípios são alicerces fortes e muito resistentes as mais diversas tempestades diárias que venhamos a passar. Desistir é uma escolha errada. Ter coragem é uma escolha ousada, e ousadia é o que faz a diferença entre as pessoas comuns e incomuns.

Chocolate amargo

Não é fácil lidarmos com tais situações, tampouco discordar de algo quando somos minorias ou estivermos sozinhos. O importante é não sermos corrompidos por opiniões formadas e prontas, ter idéias próprias e vontades próprias nos fazem muito bem quando percebemos suas vantagens para nossas vidas.

Você aceita um cafezinho? Você concorda com essa minha idéia? Perguntas simples com repostas aparentemente simples. Mas um detalhe importante, se você não gostar de café, sabe que ele amarela os dentes, pode prejudicar seu organismo, vai aceitar por apenas educação? Outra coisa, se você não concorda com a idéia, se você pensa de um modo diferente, vai concordar por medo? Vai concordar por se achar intimidado? São escolhas simples que exigirão de você firmeza, pois se estiver balançando, cuidado, poderá cair e machucar-se. Só mais uma coisa, aceita um chocolate?

Decisões que fazem a diferença…

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Por Jairo César Pereira

Decisões que fazem a diferença

Decisões que fazem a diferença

Todos os dias somos obrigados a tomar decisões. Algumas simples, outras complicadas, mas sempre decidimos por algo, e se foi a melhor escolha, descobriremos depois. Decidimos muitas coisas, tais como; que horas levantar, qual roupa usar no dia, qual o caminho a percorrer, se vamos ficar de bom ou mau humor, se vamos sorrir ou chorar, se iremos vencer ou sermos derrotados pelas adversidades do dia-a-dia. Afinal de contas, não são as pessoas que decidem pela gente, mas sim nós mesmos. Se for o contrário disso, está na hora de você rever seus conceitos.

Decidimos se as pessoas vão estragar nossos dias, momentos e alegrias. Decidimos quem serão nossos amigos através das escolhas que fazemos e identificação com o próximo. Aprendemos que não podemos fazer tudo que gostamos, mas decidimos fazer o melhor naquilo que precisamos fazer. Não decidimos quem será nossos pais, irmãos, avós, mas é possível decidirmos quem será nosso(a) companheiro(a), a nossa descendência e como vamos educá-los.

Dúvida, medo, insegurança nos cercam a ponto de travar nossos passos, nossas decisões. E decidir não é algo fácil, pois independente da situação, seja no âmbito profissional ou pessoal vai exigir de nós muita segurança, e isso não é tão simples assim. Diante de tantas incertezas, dúvidas, como será possível ter esta segurança? As pessoas desviando-se da honestidade, da simplicidade, perdendo seus valores e princípios. Muitas empresas visando o lucro a qualquer custo, esquecendo-se do seu capital humano. Quantas coisas perdendo o valor e sentido. Porque não dizer, muitos caminhos sendo modificados.

Realmente decidir não é algo fácil. Eu diria que não é uma tarefa para medrosos, perdedores. Tomar uma decisão que pode fazer a diferença é partir para a batalha com as armas necessárias e não ter dúvida da vitória, pois como posso querer vencer uma luta se me posicionar como um perdedor? Como decidir o que é melhor se não decidi que é este melhor que quero buscar?