A Verdade das Urnas

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No último domingo, dia 1º de outubro, o povo brasileiro escolheu seus representantes e governantes. Depois de tantos escândalos, malas de dinheiro e dólares na “zorba”, o brasileiro decidiu, sabiamente, optar pelo segundo turno nas eleições presidenciais, e por assim dizer, reprovar as atitudes e a falta de conhecimento de Lula e dar uma oportunidade de ouro a Alckmin.

Devaneando um pouco, e usando como base os últimos acontecimentos e os transportando a uma passagem bíblica muito conhecida, diria que o gigante Golias (Lula) acabou de levar uma pedrada fulminante, jogada por Davi (Alckmin), e está atordoado com a violenta pancada (2º. Turno), seu corpo esta balançando com o vento (escândalos e dossiê), suas pernas já não suportam mais seu peso (PT) e esta prestes a desabar sobre o solo.  Fim da batalha.

O brasileiro esta começando à saber votar. A cover de dançarina, Deputada Ângela Guadagnin e o Deputado Professor Luizinho, foram reprovados nas urnas. Em contrapartida, outros envolvidos nos escândalos e com lama até o pescoço, acabaram se elegendo (Antonio Palocci, João Paulo Cunha, Ricardo Berzoini, José Mentor, Valdemar Costa Neto, Vadão Gomes e José Genoino). É claro, ainda somos um povo com pouco mais de 500 anos de história. Muito pouco se compararmos as pirâmides do Egito, a muralha da China ou ao Coliseu de Roma, mas já há sinais que aprendemos com os erros do passado.

A verdade das urnas, de certo modo, mostrou também a força de “possíveis candidatos do futuro”.  Alguns passaram despercebidos. Outros foram responsáveis por grandes votações. Mas, como a velha máxima do futebol diz: “Política é uma caixinha de surpresa, e o jogo só termina quando o juiz apita o final da partida”.

Fonte: Jornal A Cidade

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