Lixo hospitalar não esta sendo recolhido

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Prefeitura não mais faz a colheta do lixo hospitalar

Quando se fala em lixo hospitalar, a primeira coisa que vem a cabeça são as imagens de curativos com muito sangue, frascos de remédios e seringas usadas no hospital. Mas o lixo hospitalar, não se refere tão somente, ao lixo produzido em hospitais. Lixo hospitalar é também aquele das clínicas médicas, consultórios odontológicos, farmácias e postos de saúde da secretaria municipal da saúde.

É evidente que a quantidade de lixo “contaminado” produzido pelos hospitais é infinitamente maior do que as clínicas, farmácias e consultórios.
Este lixo hospitalar, por estar contaminado, não pode ter o mesmo destino do que o lixo doméstico, ou seja, não pode ser levado até o aterro sanitário onde é depositado e enterrado. O lixo hospitalar tem que ser incinerado.

Mas de quem é a responsabilidade pelo transporte e incineração deste lixo? Outrora a prefeitura municipal de Promissão fazia a colheta deste lixo hospitalar e o destruía.
Contudo, agora este serviço não é mais feito pela prefeitura. As clínicas médicas, consultórios odontológicos e farmácias de Promissão são obrigados a pagar uma empresa da cidade de Votuporanga, para fazer este serviço.

Segundo informações para as clínicas médicas, consultórios odontológicos e farmácias, o custo deste serviço é de R$ 30,00 para aqueles usuários que produzem 5 quilos de lixo hospitalar por semana.
Mas e o lixo hospitalar dos postos de saúde? A prefeitura municipal de Promissão, incapaz de cuidar do próprio lixo, paga a esta mesma empresa para se “livrar” do lixo hospitalar por ela produzido.

 

Fonte: Jornal A Cidade

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