Prefeito poderá ser processado

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De acordo com as informações obtidas, o prefeito Geraldo poderá ser processado, tendo em vista suas ultimas declarações na rádio Cultura de Promissão. Em suas declarações o prefeito ofende a vereadora Lourdes Perenha, bem como o Presidente da Câmara Alessandro Árias da Cunha.

Os advogados da vereadora Lourdes Perenha, já notificou extra-judicialmente a rádio Cultura para que esta entregue as fitas contendo as declarações do prefeito.

Em posse das fitas a assessoria jurídica da câmara, deverá analisar as declarações e tomar as medidas judiciais cabíveis.

Na última seção da câmara ocorrida no dia 15/05, o Presidente da Câmara e a vereadora Lourdes, cobraram do líder do governo na câmara, vereador Kaka, o motivo da demora na concretização do convênio entre a prefeitura e a secretária de estado da educação, na qual destinava um aditivo para a reforma da escola Antonio Figueiredo Navas.

O líder do governo, disse a seus pares que desconhecia a existência de tal convênio. O Presidente da Câmara entregou ao vereador Kaka um fax da secretaria de estado da educação, para que este entregasse em mãos ao prefeito, confirmando a disponibilidade de concretização do convênio e os documentos necessários para tanto.

O prefeito por sua vez, apesar de participar de reuniões com a direção da escola Navas na qual também se faziam presentes alguns pais de alunos, onde o tema era a reforma da escola, disse em alto e bom som, que ele prefeito não faria reforma alguma.

Estranhamente o prefeito vem a público e diz, em entrevista na rádio Cultura, que tal convênio era uma invenção da vereadora Lourdes Perenha e do Presidente da Câmara Alessandro Árias da Cunha, apesar das informações obtidas junto a Secretaria de Estado da Educação dizerem o contrário.

O que há de concreto, é que o prefeito Geraldo acabou por inércia aliada a própria incompetência, de perder um importante convênio, o qual destinava exclusivamente a reforma da escola Navas. O prefeito nunca escondeu que sua prioridade era transferir estes recursos do convênio, e construir salas de aulas em outras escolas, o que é ilegal.

 

Fonte: Jornal A CIDADE 

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